O ar em Marselha estava pesado, carregado com a umidade do mar e o cheiro distante de tabaco barato e gasolina. A cidade parecia outra à noite, sombras se estendendo pelas ruas estreitas, sussurros se perdendo entre os becos. Mas nada disso importava. Nada além do que nos trouxera até ali.
Matia, Pietro e eu estávamos reunidos no galpão de um antigo porto abandonado, onde nossos aliados franceses montaram uma base temporária. Mesas cobertas de mapas, armas desmontadas e rádios chiando preenchia