Luigi Mancini
Chegamos ao local da corrida: um trecho industrial abandonado perto de Ostia. O ar estava saturado de cheiro de borracha queimada, gasolina de alta octanagem e testosterona barata. Dezenas de carros, desde modelos esportivos japoneses até clássicos europeus modificados, estavam alinhados. Grupos de homens e mulheres bebiam e apostavam em cima dos capôs.
Quando estacionei, o silêncio caiu sobre os grupos mais próximos. Eles conheciam o carro. E sabiam quem eram os Mancini, mesmo