O aroma do café fresco dominava o ambiente, trazendo consigo um conforto antigo, quase maternal. Isadora estava sentada à mesa, as mãos espalmadas ao redor da xícara, mas não bebia. Os olhos estavam perdidos, como se ainda procurassem por uma porta de saída que ela não sabia mais se queria encontrar.
— Dormiu bem? — a voz de Catarina soou suave, mas firme, como de quem sabe a dor e sabe que ela precisa ser enfrentada.
Isadora apenas assentiu. Os olhos inchados, a expressão cansada e o silênc