O elevador subia lentamente, marcando cada andar com um "bip" que ecoava dentro do peito de Isadora. Vestia um tailleur discreto, gentilmente separado por tia Catarina — moderno, elegante e confortável. Nada da Isadora desastrada e atropelada de alguns meses atrás. Mas, por dentro, ainda era a mesma moça tentando não demonstrar que tremia por dentro.
A empresa da tia era... imponente.
Um edifício envidraçado no centro de Dublin, três andares só dela, e uma equipe bilíngue, afiada e bem vestida.