Paloma suspirou, lamentando a teimosia da bomba. Era como se todo o encanto do dia tivesse se dissipado num instante, deixando-a frustrada.
— Não posso lhe oferecer mais nada para o jantar... — murmurou, desconsolada, mordendo o lábio.
Quando ergueu os olhos, encontrou César observando-a de um jeito estranho, quase indecifrável. O brilho enigmático em seu olhar a fez estremecer. Estaria zangado? Mas não era culpa dela. Talvez... talvez fosse apenas desapontamento. E isso, por algum motivo, pesa