Paloma arregalou os olhos quando César simplesmente tomou a mala de suas mãos, abriu o zíper e despejou todas as roupas sobre a cama.
— Ficou louco?
— Sim. Estou louco, Paloma. — largou a mala e apoiou as mãos na cintura, o peito arfando, tentando parecer no controle. — E você não vai embora.
Ela bufou, incrédula.
— Eu não estou entendendo nada, sabia? Por que não aproveita que eu estou te deixando livre?
— Livre? — ele deu um passo à frente, a voz baixa, mas carregada de tensão. — Eu não sou l