POV: Rafaella Ferraro
Eu não queria vê-lo.
Não podia.
Não ainda.
Era mais fácil fingir que Salvattore não estava de pé novamente, que aquela cena no hospital nunca aconteceu, que a sombra de dúvida em seus olhos não tinha me dilacerado como uma adaga. Mas não havia como apagar a lembrança. E ela vinha toda vez que meu coração batia — acelerado, perdido, ressentido.
Chiara tentava conversar. Matteo ligava. Até Erich, sempre tão protetor comigo, me olhava com aquele misto de preocupação e frustra