Ponto de vista de Salvattore
Eu já matei por Rafaella. E, se precisasse, mataria de novo. Sem pestanejar. Sem arrependimentos.
Mas hoje... hoje, eu mataria por algo ainda maior.
Eu mataria por minha família.
Pela mulher que me ensinou que, mesmo no meio da escuridão, há uma luz que não se apaga.
Pelos olhos azuis do meu filho que me chama de “papa” com aquela voz ainda vacilante, mas cheia de amor.
Pela risadinha doce da minha menina, que dorme agarrada ao meu peito como se o mundo inteiro