POV Salvattore
O barulho da porta se abrindo me faz despertar do torpor. É o médico, com um semblante tranquilo demais para a tempestade que rugia dentro de mim.
— Preciso do meu celular. Agora — minha voz sai rouca, cortante, ainda fraca pela recuperação, mas firme como uma lâmina afiada.
Ele hesita, mas diante da urgência em meu olhar, acena com a cabeça e entrega o aparelho. Meus dedos tremem ao discar o número de Matteo. O coração parece prestes a arrebentar dentro do peito.
— Atende, caral