— Você é linda — murmurou, a voz rouca, tocando com os olhos cada traço dela, cada curva, cada cicatriz. Lua corou, mas não desviou o olhar. Queria ser vista, queria ser desejada, queria ser dele.
Ela o ajudou a se despir, os dedos trêmulos abrindo os botões da camisa dele, explorando o peito, sentindo o calor do corpo masculino, o coração forte batendo sob a pele. Quando ficaram pele contra pele, o arrepio percorreu os dois, uma onda elétrica de puro reconhecimento. Caleb a aconchegou sobre a