Mundo de ficçãoIniciar sessãoKaya passou a vida acreditando que era apenas a filha problemática, sufocada pela mãe bruxa controladora e pelas dores que nunca conseguiu explicar. Ao retornar para sua cidade natal, cheia de segredos, lendas e sombras, ela descobre a verdade: foi enfeitiçada pela própria mãe, para impedir que seu verdadeiro poder despertasse. Filha de um híbrido poderoso, meio lobo e meio vampiro, Kaya é a chave que todos os clãs precisam para sobreviver ao caos que se aproxima. Agora, ela é desejada, temida… e necessária. Entre magia, sangue, guerra e destino, Kaya precisa escolher: continuar sendo a garota quebrada que tentaram controlar… ou abraçar o monstro poderoso que nasceu para ser.
Ler maisKaya ficou séria o encarando. Monaylle disse que elas não queriam participar, ele sorriu tentando puxar assunto.— Tem medo de altura, Kaya? Tudo bem?Irritada, Kaya se afastou sem responder. Nilufer se aproximou encarando Zay.— Aqui não é tão bem frequentado, né?Foi até a irmã, Rick parou para conversar com Zay. Falou rindo.— Ignora ela, valeu por me ajudar.— Tem certeza que ela não se lembra?— Porque viu vocês e perguntou sobre a festa.Zay respondeu sério:— Não fiz por você. Ouvi ela perguntando e interrompi.— Pensa bem no que está fazendo. Não vai poder mentir para sempre.— E não adianta vir pedir favores, porque não vou fazer.Olhou na direção delas duas.— Não é certo mexer com a cabeça de ninguém dessa forma.— Ela não vai ficar bem enquanto continuar assim.Rick disse que estava tentando ajudar. Eles dois estavam ouvindo as conversas e sentindo as emoções dela, cada vez mais fortes. Nilufer estava falando sobre Kaya tirar a blusa, disse que não tinha ninguém lá além de
Ele esticou a mão, sorriu como quem pedia a dela.— Nós queremos que vá, não vai atrapalhar nada. Ela não iria ficar bem longe de você.Kaya segurou a mão dele sutilmente.— Obrigada… eu juro que tô tentando, mas…Ficou constrangida, se sentindo inferiorizada.— Sempre teve algo muito errado comigo, não sou como ela.— Sei que acabou de me conhecer e a minha fama não é das melhores.— Minha irmã não é nada como eu, se eu fizer alguma coisa errada, não deixa isso influenciar o seu julgamento sobre ela, por favor.— Ela não tem culpa de nada.Ele estava com dó, a acariciou sutilmente no braço.— Não vai acontecer nada, as coisas vão melhorar, pode acreditar.— Também já fiz coisas erradas, isso é normal.— Posso contar muitas histórias pra vocês, vão cansar de ouvir minha voz.— Conforme for anoitecendo, é provável que se sinta pior… dores, irritação.— Deixa eu te ajudar? Por favor, confia em mim.Ela soltou a mão, balançou a cabeça que sim. Ele foi levantando.— Vamos sair daqui logo,
Nilufer ficou quieta, pensativa, logo se levantou.— E se ela fizer algo errado? E nós não conseguirmos impedir?— Não quero acreditar que seja possível, mas tem alguém atacando pessoas.— Não sei o que pensar, ela não se abre comigo, é muito difícil.Ele se levantou, a acariciou no rosto e no cabelo.— Ela estava aqui e, pelo jeito, veio sozinha. Não acho que queira ferir alguém.— Mesmo que não fale tudo abertamente, é a sua irmã e esse laço é mais forte do que pode imaginar.— Ela só precisa de tempo, cada um aceita isso de uma forma diferente.Sorriu, a puxando contra si pela cintura.— Não é todo mundo que tem a sua sorte, lobinha.— Se ontem fez tudo aquilo, na próxima então...— Eu não podia sequer imaginar que seria assim, foi muito intenso.Ela o abraçou, sorriu mudando os olhos, o provocando.— Do que exatamente está falando?Começou a beijar o pesc
Sumayla sorriu irônica, intrigada.— Olha só, mais uma vira-lata sem controle na vizinhança.Zay foi indo até o portão, perto de Rick.— Não a vimos. Se passou por aqui, foi por vontade própria e não ficou.Nilufer foi saindo, encarando Sumayla.— Desculpa por estragar o seu brinquedinho.Se aproximou do portão, também encarando Zay. Eles podiam sentir o quanto ela estava hostil, era uma ameaça que demonstrava a intenção de causar problemas. Rick agradeceu, perguntou se ele poderia avisar caso visse Kaya. Zay respondeu irônico:— Em nome dos velhos tempos? Pode deixar.Nilufer foi saindo na frente, confusa.— Estão mentindo. Você não sente o cheiro dela também?— E se a prenderam, machucaram?Rick garantiu que não iriam fazer nada assim, até porque lá era o lar deles, com crianças e tudo mais. Comentou que Sumayla odiava a todos que não fossem apenas bruxos, mas era alguém do bem, na medida do possível.Impaciente, Nilufer quis ir para a cidade. Continuou ignorando a mãe. Foram de car
Ela se afastou rindo.— Achei que ficar junto já era isso, você quem disse.Foi subindo as escadas de costas, o olhando com aquele sorriso maldoso.— Por que desistiu de me machucar?— Você me deve explicações, Zarick, muitas.Ele sorriu exultante, pensando no que dizer.— Não me chame assim, posso ser bem sentimental após uma noitada dessas. Estou apaixonado por você. Entrou no quarto, foi juntando as coisas: a coleira, máscara e o chicote.— Não é sobre desistir, eu só não podia. — Ele disse.— Mentir e fingir algo, pode ser bem complicado quando se está conectado.— Você vai virar uma lenda, sabe?Ela estava pegando roupas na mala, entrou no banheiro rindo.— Lendas estão mortas, me sacrificar faz parte dos seus planos? — Ela disse.— Seu pervertido perigoso!Fechou a porta e entrou tomar banho. Saiu já vestida com um shorts de alfaiataria preto e uma camiseta polo rosa bebê. Ele entrou tomar banho, disse que timidez não era o forte dela, perguntou por que se trocou escondida. Ela
De bruços ela não estava vendo nada, extremamente ansiosa, sabia que ia gostar daquilo. A cada instante que passava, se sentia cada vez mais dele.Ele mexeu no guarda-roupa, pegou um chicote e uma coleira, se aproximou passando-os sutilmente nas pernas dela, de baixo para cima.— Parece que está ansiosa, o que quer de mim, lobinha?Quando ela ia responder, levou uma chicotada no bum.bum, g.emeu de dor. Ele foi subindo na cama, colocou a coleira no pescoço dela.— Eu não ouvi, o que quer?Ofegante e impaciente, ela ergueu o cabelo para o ajudar.— Quero você.Ele se levantou, deu um tranco a puxando, a virou de barriga para cima, prendeu a coleira na cabeceira, se afastou tirando a roupa.— É só o começo!A olhando fixamente, sem nem saber por onde começar, a viu sorrindo como quem gostava. Se aproximou em pé ao lado da cam





Último capítulo