Enquanto isso, no salão principal, Atlas ria.
A mesa diante dele estava coberta de taças, carne e tudo o que ele adorava comer, os guerreiros enchiam o espaço com gargalhadas e gritos de vitória.
O trono dele, uma monstruosidade feita de ossos e ferro, brilhava sob a luz das tochas. Não havia nenhuma tecnologia humana ali, Atlas vivia como nos tempos antigos, nos tempos de seu pai e avô, quando os lobos não usavam nada dos humanos.
O ar era espesso, pesado, um perfume de conquista e podridão