Algum tempo depois, ela não saberia dizer quanto, Amber entrou devagarinho no quarto, atrás dela, Tailon, alto, o cabelo ruivo preso torto na nuca, os olhos claros brilhando de preocupação, vermelhos… Ele tinha chorado, pela prima que considerava como uma irmã.
— Posso…?
— Pode — Lyra sorriu, abrindo espaço no colchão. — Fica com eles um pouco, meu amorzinho, seu pai e eu precisamos conversar e resolver algumas coisas, ok?
Lua assentiu e Amber se aproximou, sentando-se na beirada e pegando a m