No quarto, Amber contava baixinho, apenas para preencher o espaço, histórias idiotas de quando as duas tinham oito anos e resolveram “acampar” na sala e quase botaram fogo no tapete com uma vela. Lua ouvia, meio sorrindo, meio ainda em lugar nenhum.
— Eu fiquei com medo — confessou, de repente, a voz engolindo coragem. — Não pelo que eu vi comigo, mas por vocês. Não quero ser o motivo…
— Ei — Tailon interrompeu, e era raro ele interromper. — O motivo de qualquer coisa aqui é quem escolhe fazer