Virou a página.
— “E mesmo assim eu queria…”
— Basta! — gritei. Indo até a ele.
William não se moveu. Aproximei-me da poltrona com o corpo tenso. O diário estava apoiado na coxa dele. Tentei chegar mais perto, inclinando o tronco, mas o puxão da corda me fez arfar. Minhas mãos estavam tão amarradas nas costas que era impossível eu se quer abrir as mãos com facilidade para pegar o diário. Sem contar que eu estava de costas para ele.
— Droga… — murmurei entre os dentes. — Você sabe que ass