Na manhã seguinte, acordei com uma batida suave à porta.
Já havia tomado o desjejum no próprio quarto. O dia entrava pálido pelas cortinas, e eu ainda me sentia pesada, com uma tristeza e saudade de William que deixava meu coração sombrio.
— Honora… sou eu.
A voz de Oscar vinha baixa, cuidadosa, do outro lado.
Levantei-me e abri a porta.
Ele estava arrumado, o casaco bem posto, o cabelo penteado com mais zelo do que o habitual.
— Eu sei que você não tem motivo algum para me receber — d