— Eu sempre voltava — confirmou. — Nunca deixei de abastecer. Éramos muito amigos.
Passei o dedo pela borda da xícara.
— Sinto muito — disse. — Por tudo o que eles passaram.
Ele negou com suavidade.
— Não sinta. Eles escolheram viver aquele amor, mesmo quando tudo era contra. Às vezes… isso é necessário.
Engoli em seco.
— Eu só lamento não ter terminado de ler o diário.
Ele arqueou levemente as sobrancelhas.
— Diário?
— O da Evelyn. — eu deveria sentir envergonhada de ter confessando i