Elara*
Tratamos de enterrar os corpos de Draco e Calie na velha cripta da família Midas. Cassian quis que fosse assim uma espécie de respeito silencioso entre ruínas e mágoas.
Mesmo com o ódio que ainda queimava em seu peito, eu vi como aquilo o feriu. O peso que ele carregava era quase visível, como se as lembranças fossem uma corrente presa ao corpo.
— Não há nenhum lupino aqui — Lúcia disse, enquanto voltávamos para casa.
— Checamos todo o lugar. Não tem nada. Tudo o que um dia foi a casa M