Cassian*
Os olhos de meu irmão se fixaram em mim.
Incrédulos. Tremendo. Como se visse um fantasma que jamais deveria ter voltado.
— Como você está aqui? — sussurrou.
Até sua voz soava diferente — fraca, gasta, como o vento que sopra entre as ruínas.
Eu apenas rosnei em resposta.
Não queria palavras.
Palavras não curavam feridas como as que ele deixou.
Eu queria apenas terminar o que ele começou.
Com dificuldade, Draco se ergueu, os joelhos vacilando, as mãos cerradas como se o orgulho ainda o s