Meus dedos estavam entre as minhas pernas. Demorou um segundo para eu perceber — ou aceitar. Mas estavam lá. No centro de mim. Tocando minha boceta úmida, pulsante, viva. Meus quadris ainda estavam um pouco arqueados, como se meu corpo resistisse a sair de um lugar onde tudo foi prazer, pecado e fogo. Meus mamilos estavam duros. Enrijecidos sob o tecido fino da camisola, sensível ao ponto de doer. A brisa noturna que entrava pela janela mal entreaberta parecia zombar de mim, acariciando a pele