Eu não sabia se queria saber, mas a dúvida me consumia. Ele fechou os olhos, como se estivesse afastando o peso da minha pergunta.
— Sfântă mea, as coisas que eu faço… não são boas. — A voz dele se arrastou, carregada de culpa. — Eu tive que fazer um trabalho para o Luka. Foi necessário.
Meus dedos estavam entrelaçados nos lençóis. Ainda sentia o calor do corpo dele na minha pele, os ecos da madrugada ainda respirando entre nós. Mas agora o ar estava pesado. Meu peito, apertado.
— Um trabal