A pressão dos jornalistas.
A desconfiança velada do meu pai.
A bondade insistente da minha mãe.
E, acima de tudo, o peso de tudo o que eu não podia contar.
Era como se cada canto daquela casa gritasse mentiras que eu estava tentando sustentar. E eu… eu não aguentava mais escutar.
Era a manhã do final do primeiro mês, que eu havia voltado, minha mãe entrou no quarto com uma bandeja. Havia, Pão, chá, mel. Ela me olhou como se eu fosse de vidro.
— Laura… você quer…
— Mãe — eu a interrompi,