— Você não vai a lugar nenhum. — Ele disse, sua voz gélida como o gelo. Eu congelei, parada no lugar, a respiração acelerada. — Fique onde está. Não tente fugir. Ele pegou uma pequena seringa do balcão, a agulha brilhando sob a luz. Algo dentro de mim gelou ao ver o objeto.
Eu sabia que não havia mais escapatória.
Ele se aproximou, o olhar ainda carregado de desprezo. Eu queria gritar, lutar, mas meu corpo não respondia. Eu não tinha forças. Sentia a pressão da realidade esmagando minhas espe