— Pare de falar. - Manda, curto e grosso. Não que eu mereça gentileza nesse momento. Sua mão vira o volante e dobramos para a pequena rodovia que nos levará para casa. — Sou eu, preciso de um favor. - Diz e murmurinhos masculinos ecoam do outro lado da linha. — É, esse tipo de favor. Te envio os detalhes por mensagem.
A ligação é desligada e o telefone volta para o bolso. O pessoal dele. Não o do trabalho, que ele deveria usar sempre que está comigo.
— Que tipo de favor? - Pergunto, segurando f