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O brutamontes meneia com o queixo para o meu kit de insulina sobre a escrivaninha e o sigo. Sento-me na poltrona, virada para ele, ponho o chocolate de lado e o assisto preparar — minuciosamente — o aparelho com uma fitinha e uma micro agulha. Quando nasci, meus pais tiveram a oportunidade de tentar me adaptar com o sensor que mediria a glicemia diretamente. Um botão plástico no meu braço e os níveis apareceriam na tela de um celular. Porém, eu sempre o tirava e como a Ceci bebê não reclamava da