Capítulo 25- No escuro.
Ponto de vista de Máximo Bianchi.
O cheiro de fumaça, pólvora e ferrugem queimava minhas narinas assim que pisei no Porto. O cenário era devastador. Contêineres em chamas, pedaços de metal retorcido espalhados por todo lado, caminhões destruídos e pedaços de caixa espalhados pelo chão.
O estrondo tinha sido tão forte que algumas paredes dos armazéns vizinhos estavam rachadas.
Meus punhos estavam cerrados, o maxilar travado. O sangue latejava nas minhas têmporas.
— Porca miseria… — Rosnei, chuta