Ainda sentado na lojinha, percebi que meu estômago roncou alto, lembrando que eu não comia nada desde cedo. Uma pontada de fome misturada à ansiedade me fez suspirar.
— Com licença… — comecei, me dirigindo à moça do caixa de novo. — Você sabe onde eu poderia encontrar algum lugar para comprar comida por aqui?
Ela sorriu de novo, aquele mesmo sorriso esperando algum avanço da minha parte — Claro! Tem uma mercearia a duas ruas daqui, bem simples, mas tem de tudo. — Ela apontou na direção certa. —