Mundo ficciónIniciar sesiónEla o amou acima de tudo. Ele nunca a valorizou. Quando Vivian abandona o arrogante Eduardo Braga, levando consigo apenas sua liberdade, o poderoso CEO percebe que perdeu muito mais do que imaginava. Entre o orgulho ferido e a necessidade desesperada de tê-la de volta, Eduardo vai descobrir que reconquistar uma mulher magoada pode ser o maior desafio de sua vida. Livro 2 A essência do CEO. Para quem ficou com gostinho de quero mais "A Essência do CEO", uma nova história no mesmo universo. Gustavo Ricci nunca acreditou em amor. Filho bastardo criado à margem da própria família, ele aprendeu cedo que confiança é fraqueza e que o único caminho é o controle. Por isso, quando seu avô o chama de volta para salvar o império de cosméticos da falência, ele impõe uma regra: trabalho. Resultados. Nada pessoal. Mas então Marina aparece. Marina só queria salvar a família das dívidas. Quando Henrique, o herdeiro boêmio, ofereceu um estágio dos sonhos e um empréstimo generoso, ela nem desconfiou do preço que teria que pagar. A missão? Destruir Gustavo. O problema? Gustavo é tudo que Henrique disse que ele seria: frio, calculista, perigoso. Mas também é dedicado, justo e, aos olhos de Marina, dolorosamente atraente. Ela foi a única pessoa em quem ele começou a confiar. E ela o traiu. Agora, com a fórmula roubada, o lançamento arruinado e um coração partido que nenhum dos dois admite, eles terão que decidir: o perdão é possível quando o amor nasceu de uma mentira? No mundo dos cosméticos, até as fragrâncias mais delicadas podem esconder veneno.
Leer más- Você o quê?Clara largou a caneta em cima da mesa como se tivesse queimado a mão.- Assistente especial - repetiu Marina, com um sorriso que tentava ser humilde mas saía triunfante. - Do próprio gerente geral.- Não é possível.- É possível, sim. Acabou de acontecer.Clara a encarou por um longo segundo, os olhos estreitados.- Como assim? Você não sabe nem servir água! Por que diabos ele te deu um cargo desses?Marina encolheu os ombros, afetando inocência.- Sei lá. Talvez ele tenha reconhecido meu talento.- Seu talento para o quê? Para bater em paredes?- Para organização. Para eficiência. Para... - Marina fez uma pausa dramática - ...coisas que você não entende.Clara deu um passo à frente, a indignação estampada no rosto.- Você só está trabalhando aqui por minha causa, sua ingrata!- E eu sou muito grata, viu? - Marina colocou a mão no peito, fingindo comoção. - Mas, olha, você trabalha aqui há anos e continua sendo secretária. Eu acabei de chegar e já fui promovida a assiste
Marina estava parada em frente à porta do escritório de Gustavo há pelo menos um minuto.Talvez dois.Talvez cinco.O coração batia tão forte que ela jurava que dava para ouvir do lado de fora. A mão, suspensa no ar, hesitava entre bater e fugir correndo de volta para o banheiro.Ele me chamou. Ele quer falar comigo. Ele vai me demitir. No primeiro dia. Vai me demitir porque eu bati numa parede de vidro na frente de todo mundo.Ela respirou fundo. Três vezes. Quatro.Bateu.- Entre - a voz veio seca, direta.Marina empurrou a porta e entrou.O escritório era amplo, iluminado por uma janela que ocupava a parede inteira. A vista lá de cima era impressionante, todo o complexo da Essência se estendia lá embaixo, os jardins bem cuidados, os caminhões de entrega, os funcionários minúsculos como formigas.Mas Marina não conseguia apreciar a paisagem.Seus olhos estavam fixos nele.Gustavo estava sentado atrás da mesa, o terno escuro impecável, os cabelos castanhos meticulosamente penteados.
Gustavo voltou para o escritório com a mente ainda girando em alta velocidade. Os relatórios, os prazos, o sistema fora do ar, o espião, as campanhas perdidas, as fórmulas roubadas, tudo se misturava em uma névoa densa que parecia apertar cada vez mais seus pensamentos como um torniquete em sua têmpora.A dor de cabeça, sua companheira constante, latejava ali, insistente, como se quisesse lembrá-lo do peso que ele carregava.Ele nem bem sentou na cadeira quando a porta se abriu novamente.Henrique entrou sem bater, como sempre fazia. O sorriso habitual estava ausente. No lugar, uma expressão de irritação mal contida, os lábios apertados, as sobrancelhas franzidas.- Você está pressionando demais os funcionários - disse Henrique, fechando a porta atrás de si com um clique seco. - Esse clima de caça às bruxas não é nada bom. As pessoas estão nervosas. Com medo. Isso afeta a produtividade.Gustavo não se deu ao trabalho de se levantar. Permaneceu na cadeira, os olhos fixos no irmão, aval
O banheiro corporativo da Essência Cosméticos era tão extravagante quanto o resto da empresa, mármore branco, iluminação indireta, torneiras de acabamento fosco. Mas Marina não estava em condições de apreciar o design de interiores.Estava encolhida perto do secador de mãos, tentando desesperadamente secar a jaqueta jeans encharcada.O barulho era ensurdecedor. O ar quente fazia seus cabelos voarem em todas as direções. E a água - a maldita água - parecia se multiplicar a cada segundo que passava.- Você é a pessoa mais desastrada do mundo - Clara disse, encostada na parede de mármore, os braços cruzados. - Primeiro dia de trabalho, e já se meteu em uma cena dessas.- Não foi minha culpa, foi só um pequeno acidente - Marina gemeu, ainda esfregando a jaqueta sob o jato de ar quente.- Não foi sua culpa? Você andou em linha reta em direção a uma parede de vidro!- Eu não vi o vidro!- É tudo transparente! O que você queria ver? Uma placa piscando "cuidado, parede"?Marina calou-se, porq










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