Trono de couro, voz de veneno

O silêncio seguinte foi espesso. O ar entre eles parecia ferver.

Firmino se manteve imóvel, embora seus olhos saltassem de um para o outro como se aguardasse o primeiro sinal de explosão.

Dante inclinou levemente a cabeça, como se apreciasse o insulto.

— Que bom que pensa assim. Vai facilitar as coisas quando eu te derrubar... sem precisar tirar a máscara.

Alejandro sorriu. Mas era um sorriso sem alegria, cheio de veneno e promessas não ditas.

— Tenta.

Dante arqueou uma sobrancelha sob a máscar
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