Ayla acordou no meio da noite com a garganta seca. O quarto estava abafado, o ar-condicionado fazia um barulho estranho, como se fosse implodir a qualquer momento. Ou talvez fosse apenas sua imaginação.
Juan roncava pesado ao lado, uma mão caída para fora da cama. O relógio marcava três e quinze.
Ela se levantou devagar, apoiando as mãos nos móveis para não perder o equilíbrio. A barriga enorme pesava como uma âncora, cada passo era medido. Foi até a cozinha, abriu a geladeira e ficou parada,