O celular vibrou às duas da manhã. Diana acordou assustada, o coração acelerado. A tela iluminava o quarto escuro: era Erlon.
"Desculpa a hora. Preciso te ver."
Ela ficou alguns segundos parada, encarando as letras brancas. Sentiu o nó no estômago. Podia ignorar. Podia fingir que não viu. Mas já estava de pé, já estava calçando o moletom, já estava pegando a chave do carro.
O apartamento dele ficava em Pinheiros, um prédio moderno, portaria 24 horas, cheiro de madeira encerada no hall. O portei