Diana saiu tarde do escritório naquela sexta-feira. As luzes da cidade já cobriam a avenida de néons e faróis vermelhos que piscavam no asfalto molhado. Chovia fino, aquele chuvisco chato que encharca sem que a gente perceba. Ela desceu a rua em passos rápidos, o salto batendo irregular no calçamento esburacado. A blusa social grudava nas costas.
O bar ficava na esquina, desses de madeira escura, mesas apertadas, cheiro de cerveja derramada misturado com fritura. Ela não queria estar ali, mas t