O caos se espalhou como fogo em palha seca.
Alarmes começaram a soar na mansão. Gritos ecoavam pelos corredores enquanto os empregados, em pânico, corriam de um lado para o outro, tentando entender o que fazer, onde ir, como sobreviver. O ar parecia mais denso, como se cada respiração viesse acompanhada de fumaça e medo. Quadros caíam das paredes, o piso vibrava com o peso do pânico, e o som de vidros estilhaçando se misturava ao som contínuo dos alarmes.
Ayla desceu as escadas com Emma nos bra