O toque de alerta vibrava nos celulares espalhados pela sala. Era uma sinfonia dissonante de avisos, zunidos e luzes piscando, que interrompeu o silêncio já tenso como um estalo de chicote. Quase simultaneamente, todos os presentes sacaram seus aparelhos, confusos com a notificação repentina.
Era uma mensagem de vídeo.
E o remetente gelou a espinha de todos: Alison.
Amanda foi a primeira a abrir. Seus dedos tremiam levemente, o coração disparado, como se já soubesse que nada ali seria normal. A