Mundo ficciónIniciar sesiónLilian Stewart é uma delegada importante e obcecada pelo emprego e a missão de prender Tristan Bennett, um dos maiores criminosos procurados por todo mundo, a razão de ter se tornando uma delegada, seu ex-namorado e o pai da sua filha. Tristan Bennett sempre nutriu um amor diferenciado com Lilian, algo que não mudou nem mesmo quando ela se tornou a inimiga mais tenebrosa de todas, no entanto, alguma coisa na dançarina nova, o intrigava, era sorridente, sedutora, lhe entregava paz e ele achou que seria sua nova chance de amar… de esquecer a única mulher que mexia com seu coração, sua delegada amada e querida. Mas mal ele sabia que essa pequena chance na verdade era um virus que lhe levaria de volta ao ponto de partida...
Leer másOs óculos escuros escondiam os olhos verdes que seguiam com atenção até o elevador. O cabelo longo jogando para trás cobrindo as costas nuas da camisa de seda junto a calça lhe passava a aparência de uma mulher mais velha, elegante e destemida. Respirou profundamente quando as portas do elevador se abriram e agradeceu aos céus ao notar que não havia ninguém, assim, poderia seguir direto para o último andar, onde a cobertura lhe esperava com tudo que tinha direito e um homem lhe que amava. Sorriu ao retirar os óculos, nem podia acreditar que estava mesmo ali, os últimos meses haviam sido difíceis, e todos a partir dali seriam também, mas ela poderia agora manter sua cabeça no lugar, né? Quando voltou a caminhar estava no corredor dando acesso a porta da cobertura, o apartamento mais lindo que já entrou e possivelmente iria viver em toda sua vida. Deixou suas coisas pelo caminho enquanto buscava por aquele homem, aquele que fazia suas noites quentes e os dias tão sem graça que não con
Suas pernas já estavam cansadas e tentavam lhe parar. Os olhos cheios de lágrimas não lhe deixavam enxergar o caminho certo. Os pés descalços machucavam todas as vezes que encontrava uma singela pedra no caminho, ou os galhos cheios de espinhos. Mas ela não iria parar, não quando tinha seu filho nos braços e o perigo lhe perseguindo sem parar. Podia escutar a voz dele na sua cabeça, as ameaças, os insultos e as promessas do quão perigosa tinha sido a sua escolha. E como sua escolha poderia ser ruim se escolheu apenas ser feliz com seu filho sem que nada e nem ninguém pudesse lhe fazer mal? Isso era ser ruim? Proteger seu filho de todos os perigos do mundo? O corpo travou no momento em que escutou um tiro no ar. Gritou pelo susto se escondendo atrás de uma árvore. Mordeu os lábios com o choro preso em sua garganta, mas apenas ela conseguia chorar em silêncio. Seu bebê despertou e colocou-se a chorar.. — Não… meu amor, agora não – pediu voltando a correr e agora com o bebê chor
O sorriso cínico era a sua arma mais tocante. Sentou na cadeira indicada enquanto assistia aquela mulher andar de um lado para o outro procurando suas flores preferidas para enfeitar a mesa do chá. Não sabia como agir, se não rir daquela senhora que dizia a todos o quanto era amada pelo marido. Oh não, ela nunca foi amada. A única mulher dentro de seu coração, se encontrava sentada, sorrindo cinicamente para a esposa. — É uma loucura, consegue me atender? Não acho nada nesse lugar – murmurou voltando a mesa e sentou trazendo duas xícaras de chá — Me acompanha no chá? — Eu não gosto. – A mulher murchou os olhos — Mas eu posso sim te acompanhar. — Muito obrigada, você é uma boa garota – Laura quis ri, ela nunca foi de fato uma boa garota, mas ninguém precisava saber né? – Pelo menos é o que você quer que os outros acreditem, né? O sorriso da amante foi morrendo enquanto devolvia a xícara para o pires na mesa. O olhar segui para a esposa do outro lado da mesa, um sorriso zombatei
— Tem um momento?— Sim, eu acho. Estou terminando o relatório para o James. As coisas que aconteceram lá dentro podem vir à tona. Estou me sentindo um pouco culpada. Se eu tivesse procurado saber um pouco mais sobre o Mike, ele não morreria ali, e estaria feliz com sua família.— Julian me contou que ele estava dormindo em um hotel tinha dois, ou três meses. - A delegada tornou a olhar para o homem — Ele estava falando a verdade quando disse que seu casamento já tinha acabado, mas não haviam se divorciado, ele só não contou.— Não tente defender o que aquele homem fez. Estou com ódio.— Espero que fique bem, porque o que eu tenho para dizer não vai te trazer paz, ou te ajudar - Lilian estreitou os olhos quando um documento foi empurrado em sua direção com cautela, pegou com medo e olhou para seu amigo. — Meu investigador me entregou tudo que descobriu sobre a Lizzie.— Prefiro que você conte - Jogou o papel na mesa outra vez e Cassius quis rir, mas não fez. Olhou para o documento enqu





Último capítulo