Suas pernas já estavam cansadas e tentavam lhe parar.
Os olhos cheios de lágrimas não lhe deixavam enxergar o caminho certo.
Os pés descalços machucavam todas as vezes que encontrava uma singela pedra no caminho, ou os galhos cheios de espinhos.
Mas ela não iria parar, não quando tinha seu filho nos braços e o perigo lhe perseguindo sem parar.
Podia escutar a voz dele na sua cabeça, as ameaças, os insultos e as promessas do quão perigosa tinha sido a sua escolha.
E como sua escolha poderia