O silêncio da mansão contrastava com a agitação que ainda pulsava no peito de Dante. As portas se fecharam atrás deles, e o peso da fuga pareceu cair inteiro sobre Amara. Ela deu apenas alguns passos para dentro, antes de levar a mão ao braço enfaixado de forma improvisada.
— Dante... — sua voz saiu fraca, e os olhos dela perderam o foco. — Eu não... estou me sentindo...
Antes que pudesse terminar a frase, as pernas falharam e o corpo dela tombou.
— Droga! — Dante avançou rápido, pegando-