O galpão se erguia diante deles como uma sombra ameaçadora, aço e concreto mergulhados no breu da madrugada. O vento batia contra as paredes metálicas, fazendo o ranger ecoar como lamento de ferro velho. Dante avançou primeiro, passos firmes, a arma em punho, enquanto Amara vinha logo atrás, o coração descompassado.
A cada passo, o silêncio parecia mais denso. Não havia vozes, não havia movimento — apenas a respiração contida deles dois. Amara tentava ignorar a sensação de que algo os observa