O ar da delegacia ainda pesava nos pulmões de Rose quando ela cruzou o hall em direção à saída. Cada passo ecoava como se estivesse pisando dentro de lembranças que não queria reviver. O nome de Will ainda vibrava em sua mente, repetindo-se como uma cicatriz que jamais cicatriza de verdade.
Henrique a alcançou na porta, chamando baixo, mas firme:
— Rose.
Ela parou, o corpo inteiro enrijecendo, os olhos duros quando se viraram para ele.
— Não é hora, Henrique.
Ele respirou fundo, como quem pesa