A noite caiu arrastada sobre a mansão.
As luzes amareladas dos corredores não traziam conforto, apenas lembravam a Rose que cada canto daquela casa era vigilância — não só pelos seguranças, mas pelos olhos atentos de Pedro.
Ela trancou-se no quarto, sentou-se na beira da cama e respirou fundo. A frase que jogara contra ele no carro ainda ecoava: “Nem tudo que carrego precisa ser dividido.”
Sabia que tinha sido dura. Mas, se não fosse, teria sido fraca. E fraqueza não era uma opção.
Na mesa de c