O carro parou bruscamente em frente ao hospital.
Pedro saltou do banco como se o asfalto estivesse em chamas.
Rose, por outro lado, abriu a porta com a calma de quem estava indo fazer compras.
— Anda, amor! — ele gritou, apavorado, correndo até o lado dela. — Já chamei a médica, a equipe, o segurança, o elevador, o porteiro…
— Chamou o Papa também? — perguntou ela, sorrindo, enquanto ele a ajudava a descer.
— Se eu tivesse o número, já tava na linha.
Rose riu e segurou firme a mão dele. — Pedro