O dia começou com um silêncio estranho. Não era o silêncio da paz, mas da espera. Rose acordou cedo, como sempre, mas percebeu que o corpo pesava mais do que de costume. A noite mal dormida deixara marcas nos olhos, e a lembrança do bilhete na garagem martelava em sua mente.
Pedro não estava na cobertura. Encontrou apenas a xícara suja de café sobre a mesa e o paletó dele largado no encosto do sofá. Rose acionou imediatamente o comunicador com a equipe de segurança, mas nenhum alarme havia disp