O jardim ainda respirava festa.
As luzes continuavam acesas, balançando no vento leve da tarde, e as flores — cansadas, mas vivas — exalavam o perfume doce do fim.
As cadeiras vazias, as taças esquecidas, o piano agora em silêncio: tudo parecia guardar a lembrança do “sim” que mudara duas vidas.
Rose estava descalça.
O vestido ainda molhado pela chuva fina pesava nos ombros, mas o sorriso dela era leve como o ar depois de um temporal.
Caminhava devagar entre as flores, o véu arrastando pelo chã