Mundo ficciónIniciar sesiónChiara é modelo, estudante de design de moda e gestão de inovação e empreendedorismo. Eros é grego, herdeiro do grupo Makris, possui uma rede de hotéis com filiais em toda a Europa, além de outros empreendimentos no ramo da publicidade. Ele está no último ano da universidade. Chiara é leve, amiga, leal, mas sem papas na língua. Eros é um cara que coleciona mulheres, mas sempre coloca a família em primeiro lugar. Chiara fica feliz da vida ao descobrir que a sua mãe está refazendo a vida depois de anos viúva. Eros, está igualmente feliz pelo seu pai que vivia um luto pela esposa à quinze anos. Como dois perfeitos estranhos, Eros e Chiara têm a melhor noite de amor de suas vidas, sem fazer ideia que semanas depois seus caminhos se cruzariam e eles passariam a ser mais próximos do que imaginavam.
Leer másCHIARASEIS MESES DEPOIS...— Enfim, formadas! — falo, abraçando Olívia após o meu discurso como oradora da turma. Na próxima semana, iniciaremos nossos estágios na Fascino, eu como design de moda e Olívia como estilista. Eu também voltei a modelar. Tenho vários desfiles e fotos em estúdios, agendados para os próximos meses.Eu e Olívia decidimos que no futuro, quando adquirirmos bastante experiência e quando eu me formar em gestão de inovação e empreendedorismo na outra universidade, fundaremos a nossa própria marca como sócias.Atlas e ela continuam com a relação de amigos com privilégios e estão bem com isso, pelo menos é o que dizem.Meu deus grego também se formou. Infelizmente, não estaremos mais juntos na universidade todos os dias.Eros, Atlas e Theodore se tornaram sócios na agência de publicidade na Itália. Foi acertado que seria uma empresa familiar, sem acionistas externos e que cada um seria detentor de trinta e três por cento das ações. Foi a forma que o meu padrasto e
CHIARAEscutamos batidas na porta.— Posso entrar? — Olívia coloca a cabeça para dentro do quarto.— Claro, amiga — respondo, e ela vem em minha direção para um abraço.— Atlas me falou o que aconteceu.— Ah, foi? — sorrio.— Vou pegar um café. Aceita, Olívia? — Eros pergunta.— Não, obrigada, Eros! — ela responde.— Amor, não vou te oferecer porque não sei se pode tomar. Ele me dá um selinho e deixa o quarto.— Amor, é? — Olívia pergunta, com um evidente sarcasmo. Sorrio, sem graça. — Como você está? — ela pergunta.— Estou bem. Ainda sinto o inchaço, mas nada que comprometa a minha respiração.— Foi a tal Elisa, né? — Sim. Presumo que também foi Atlas que te contou.— Presumiu certo — ela sorri.— Como vocês estão?— Nós queremos o mesmo: amizade com privilégios.— Muito modernos — brinco. — E Ugo?— Chegou ontem à noite na Suíça. Assumiu hoje a empresa de lá. Há alguns minutos, me ligou se desculpando por todo mal que me causou e desejando que eu seja feliz.— Você acha que fo
EROSALGUNS DIAS DEPOIS...Não foi nada fácil descobrir após quinze anos, que o que aconteceu com a minha mãe não foi uma fatalidade, mas sim, que a vida dela foi interrompida. Aquela mulher, aquele monstro, teve coragem de destruir uma família, de matar a própria irmã, de deixar duas crianças sem mãe por pura inveja.Apolo nunca me enganou, mas não achei que a sua maldade chegasse a tanto. Meu tio Leonidas era uma boa pessoa e não merecia o fim que teve, não merecia ser apunhalado pelas costas da forma que foi pelo seu único filho e por quem dormia ao seu lado. Pelo menos, mesmo que tardiamente, minha mãe e o tio Leonidas foram vingados. Há dois dias atrás, foi o julgamento e Apolo e Hebe pegaram prisão perpétua. Já o investigador que ajudou aquela maldita, atrapalhando as investigações, foi exonerada do cargo e pegou dois anos de prisão. O homem que sabotou os freios morreu assassinado há alguns anos, e espero que esteja queimando no inferno.Por falar em prisões, Penélope e Demet
CHIARA Como é difícil me manter firme quando ele está bem aqui na minha frente.Eros percebe que me acalmo e solta os meus braços.— Você só pode estar tentando me deixar louca, não existe outra explicação — falo, tomando a sua boca em um beijo urgente, que faz o meu corpo arder de desejo.Anciei tanto por isso durante todos esses dias.— Eles iriam te drogar, Chiara — Eros acaricia os meus cabelos. — Eu vi daqui de cima quando aqueles dois idiotas colocaram um pó no copo com o drink cor-de-rosa que iriam te entregar.— Apolo já tinha me oferecido bebida, e eu não aceitei. Não só não aceito bebidas de ninguém, como fico observando atentamente enquanto os meus drinks estão sendo feitos. Eu não estou imune, sabemos que não existe limites para as maldades das pessoas, mas eu nunca facilito.— Fico feliz! — Vamos para casa? — sugiro.— Acho uma ótima ideia. — Eros sorri. Nós levantamos e andamos de mãos dadas até o carro. Eros para algumas vezes no caminho para me beijar.— Assim não
EROSCorro por aproximadamente uma hora. Tenho me exercitado bastante nos últimos dias. Há um tempo atrás, eu enfiava a cara em garrafas de whisky ou Ouzo para esquecer as merdas que me aconteciam. Mas, eu quero mudar, amadurecer e parar de agir impulsivamente, por isso, agora eu me exercito, liberando endorfina e serotonina, e dessa forma, consigo baixar o nível de estresse, sem acordar de ressaca no dia seguinte.Tomo um banho, com ela que está em todos os lugares o tempo inteiro na minha cabeça. Chego a sentir o cheiro da Chiara e lembro da textura dos seus lábios enquanto as lembranças me torturam.Não tem sido fácil me manter longe. Na noite passada, fiquei na frente da casa por algumas horas. Uma vontade quase insana me consumindo por dentro, implorando para eu entrar na propriedade e ir até o quarto dela. Mas eu não fiz, voltei para o hotel e fui para a academia me exercitar.Termino o banho, enrolo a toalha sobre o meu corpo e vou até o quarto. Escuto o celular tocando e vejo
CHIARADesde aquele dia na maternidade, Eros e eu não conversamos mais. Ele simplesmente fez uma mala e foi para o hotel da sua família.Não me procurou em nenhum momento, apenas desistiu e tem se escondido de mim nos corredores da universidade.É sábado, e eu passo o dia inteiro na casa da Elena, mimando a nossa princesinha Bianca.— Como você está? — Elena pergunta, amamentando a minha sobrinha.— Estou bem — forço um sorriso e minto descaradamente. Eu não posso dizer a minha irmã, que se eu estivesse em casa nesse momento, estaria com os olhos inchados e pesados de tanto chorar.— Se eu não te conhecesse com a palma da minha mão, até acreditaria em você — ela fala, enquanto pego a minha sobrinha dos seus braços para colocar para arrotar. — Tenho que ficar bem, Lena — o nó está na garganta novamente, mas me nego a chorar. — Ele desistiu, simplesmente desistiu. O que mais eu posso fazer?— Será que desistiu mesmo? Eros ama você, peixinha. Já viu a forma que ele te olha? — Aí é que










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