Na manhã seguinte, o céu ainda estava pálido quando Clara passou no chalé para buscá-la. Tinham combinado de dar uma passada rápida na obra antes de seguir para o mercado. Madeleine prendeu o cabelo num coque desleixado, enfiou os pés nas botas e vestiu o casaco mais grosso que tinha.
— Pronta? — perguntou Clara, já sorrindo.
— Quase — disse ela, fechando a porta atrás de si. — Só estou tentando convencer meu corpo de que nove da manhã com -7°C é um bom horário pra viver.
Clara riu.
— É um ótim