Elizabeth
Subi as escadas em silêncio, sentindo o coração bater acelerado. Abri devagar a porta do quarto e encontrei Camila ainda dormindo, o rosto sereno, a respiração leve. Por um instante, fiquei apenas observando — aquele pequeno sorriso inconsciente no canto dos lábios, os fios de cabelo bagunçados sobre o travesseiro.
Sentei-me na beira da cama e toquei suavemente sua mão.
— Camila… chamei baixinho. — Acorda, mana.
Ela se mexeu preguiçosa, abrindo os olhos devagar.
— Já é hora? pergunto