Mundo de ficçãoIniciar sessãoLila Williams passou vinte e dois anos sendo a filha perfeita do chefe de polícia, mantendo-se longe do perigo que seu pai enfrenta todos os dias. Mas quando Rhett "Viper" Lawson, o letal vice-presidente do MC Iron Serpents, a salva do ataque de uma gangue rival, seus mundos colidem com uma química explosiva. Ele é tudo o que ela foi ensinada a temer. Ela é tudo o que ele jurou evitar. No entanto, o desejo não segue regras, e nem os corações determinados a reivindicar o que querem. Enquanto as tensões entre o MC e a polícia chegam a um ponto crítico, Lila e Viper precisam decidir se seu amor vale a guerra que irá desencadear. Algumas linhas não devem ser cruzadas, mas alguns amores valem a pena queimar o mundo inteiro.
Ler maisReconstruir time levou duas semanas.Primeiro—Fantasma.Elena ligou. Explicou situação."Stephanie?" Fantasma repetiu. "Nossa Stephanie?""Sim."Silêncio longo. Depois: "Quando começamos?""Amanhã. Se puder.""Posso." Pausa. "Stephanie me ensinou metade do que sei. Sobre hacking. Sistemas. Evasão." Voz de Fantasma endureceu. "Tempo de usar contra ela."---Segundo—Amy Chen.Mais difícil. Ela tinha perdido irmão. Tinha direito de dizer não."Por que eu ajudaria?" Ela perguntou quando liguei."Porque CLARIDADE é RENASCIMENTO 2.0. Mesma ameaça. Novo rosto.""E?""E seu irmão morreu parando um. Não deixe morte dele ser em vão parando próximo também."Silêncio. Respiração pesada."Okay," ela finalmente disse. "Ajudo. Mas sob condições.""Que condições?""Primeira—não sou combatente. Suporte apenas. Pesquisa, logística, coordenação.""Aceitável.""Segunda—se ficar muito perigoso, saio. Sem culpa. Sem julgamento.""Justo.""Terceira—quando acabar, acabou. Não mais lutas. Não mais organizaçõe
Passei três dias analisando cada framdeos de CLARIDADE.Cada gesto. Cada palavra. Cada movimento.Construindo caso. Provando intuição."Você está obcecada," Thomas disse, terceira noite."Estou certa," eu corrigi."Mesmo se está—o que muda? FBI está lidando—""FBI não sabe quem procura." Eu virei laptop. "Mas eu sei."Thomas olhou para tela. "Quem você acha que é?"Respirei fundo. "Alguém de nosso passado. Alguém que supostamente morreu.""Muitas pessoas supostamente morreram. Sarah. Você. Marcus—""Não eles." Eu pausei. "Stephanie."Thomas congelou. "O quê?""Stephanie. Nossa Stephanie. Que supostamente morreu em explosão de carro há quatro anos.""Isso é—impossível. Vimos corpo—""Vimos corpo queimado. Identificado por DNA." Eu puxei arquivos. "Mas quem administrou teste de DNA?"Thomas scrollou. Empalideceu. "Laboratório privado. Não oficial—""Fácil de manipular. Como Sarah fez." Eu me inclinei. "Pense. Stephanie era jornalista. Treinada por Sarah. Conhecia todos truques dela.""M
Três meses passaram desde Rivera apareceu.Cartão dela ficou em minha mesa. Não jogado fora. Mas não usado.Compromisso.Ou covardia.Ainda não decidia qual."Você olha para aquele cartão todo dia," Thomas observou em manhã."Não olho.""Olha. Todas as manhãs. Durante café." Ele sentou através de mim. "Então ou liga ou joga fora.""Não é tão simples—""É exatamente tão simples." Thomas pegou cartão. "Liga. Passa informação. Deixa Rivera lidar. Ou joga fora. Esquece completamente.""E se passar informação e Rivera precisar de ajuda?""Você diz não.""Posso fazer isso?""Você terá que fazer." Thomas colocou cartão de volta. "Porque Noah precisa de mãe. Eu preciso de esposa. E você merece vida que não é constante sobrevivência."Ele estava certo.Eu sabia que estava certo.Mas—---Naquela tarde, atendendo Noah da creche, vi notícia em tela de TV."ATAQUE A JORNALISTA INVESTIGATIVA EM BOSTON""Rachel Kim, 29, foi hospitalizada após ataque brutal fora de apartamento dela..."Assistir com
Primavera de 2031.Cinco anos desde RENASCIMENTO caiu.Cinco anos de paz. Maiormente.Sentada em escritório de casa. Laptop aberto. Email de editor piscando.*"Memorial de Sarah lançando mês que vem. Precisamos de citação sua para release de imprensa."*Sarah. Sempre voltava para Sarah.Mesmo cinco anos depois.Elena apareceu na porta. "Reunião familiar em dez. Você vem?""Sim. Apenas terminando isso." Eu digitei resposta rápida. Enviei. Fechei laptop."Sobre o quê era?" Elena perguntou."Memorial de Sarah. Governo está colocando placa histórica onde ela cresceu.""Você vai?""Não sei ainda. Tu?"Elena pensou. "Talvez. Sarah era complicada. Mas parte de nossa história.""Sim. Ela era."---Reunião familiar era tradição agora.Primeira terça de cada mês. Todos se reuniam.Hoje era na casa de Marcus. Nova construção. Bonita. Família dele—esposa e filha de dois anos—esperando."Tia Lila!" Pequena Sophie correu. "Você trouxe biscoitos?""Sempre." Eu entreguei saco. "Mas pergunte para papa





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