📓 Narrado por Miguel — Sábado, 08h47 da manhã
O sol batia nas janelas do restaurante principal do resort, refletindo na piscina como se nada tivesse acontecido na noite anterior.
Mas eu ainda sentia o gosto da raiva, seco, preso na garganta.
Desci de camisa clara, sem paletó, o ar condicionado gelando o suor do pescoço.
O silêncio do corredor foi trocado pelo burburinho do café da manhã risadas, talheres, cheiro de café fresco misturado com perfume caro e hipocrisia.
E lá estava ele