O relógio da sala de espera marcava 03h12.
O tempo parecia zombar deles. O ponteiro avançava com lentidão cruel, e cada segundo era uma tortura. O tique-taque ecoava como um martelo na cabeça de Olívia. E a cada instante, parecia que o coração dela parava e voltava a bater com violência.
O silêncio daquele lugar não era paz: era uma prisão. O cheiro de éter, misturado a frieza do ar-condicionado, criava uma atmosfera sufocante.
Olivia estava sentada na ponta de uma cadeira desconfortável e fria