A BABÁ e o TESTAMENTO da ESPOSA VIVA: A queda do CEO

A BABÁ e o TESTAMENTO da ESPOSA VIVA: A queda do CEOPT

Romance
Última atualização: 2026-02-22
Lana Cato  Atualizado agora
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106Capítulos
3.7Kleituras
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Resumo
Índice

Na mansão Savoia, ninguém ama sem pagar um preço. Sem ter onde morar, Serena Bittencourt aceita o único emprego disponível... ser babá na mansão da família Savoia, marcada por luto, segredos e um testamento capaz de destruir um império inteiro. O dono da casa é Daniel Savoia, um CEO frio, controlador e emocionalmente inacessível. Endividado, em ruína silenciosa e convencido de que sentimentos são fraquezas, ele deixa claro desde o início que Serena é apenas temporária. Descartável. Ela não é. Ao se tornar o único refúgio emocional de Clara, uma menina de cinco anos devastada pela ausência da mãe, Serena passa de invisível a indispensável. Mesmo enfrentando a hostilidade da governanta e o desprezo calculado de Daniel, ela permanece quando todos vão embora. Quando a crise financeira se agrava e Daniel decide cortar ainda mais os custos, Serena faz a escolha que muda tudo: aceita ficar sem salário para não abandonar Clara. A convivência forçada transforma controle em desejo. Resistência em dependência. Um sentimento intenso e proibido nasce onde não deveria existir, ameaçando a frieza de Daniel e a segurança emocional de Serena. Mas o verdadeiro perigo ainda não foi revelado. A esposa de Daniel não está morta. Ela observa à distância. E quando decidir voltar, nada estará a salvo nem o amor, nem a criança, nem a verdade.

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Capítulo 1

Eu não tenho uma casa

— Tem dois dias para sair da minha casa!

A porta ainda estava entreaberta quando o senhorio falou as palavras que cortaram minha vida ao meio. Não houve discussão, súplica ou chance de defesa. Apenas um decreto duro, definitivo e selado com a frieza de quem nunca se importou com nada além do dinheiro. Eu estava chorando, mas ele nem sequer hesitou. O aluguel estava atrasado havia seis meses e, embora nada daquilo fosse realmente minha culpa, o mundo não costuma ter misericórdia de quem não pode pagar. Uma verdade dura que poucas pessoas gostam de ouvir.

Quando o senhorio virou as costas, levou embaixo do braço minha televisão. A única coisa que eu ainda possuía.

Nos últimos meses, meus pertences foram desaparecendo um a um, cada atraso convertido em resgate. Agora, tudo o que restava naquele apartamento onde vivi desde os dezoito anos era uma cama velha e o celular que eu apertava contra o peito como se pudesse me salvar de alguma coisa.

Tentei chamá-lo de volta, protestar, dizer qualquer frase que me parecesse digna, mas nada saiu. E mesmo que saísse, ninguém escutaria.

Sentei-me no chão frio, com o corpo tremendo, e comecei a buscar vagas de emprego. Não importava o que fosse. Quando se está à beira do abismo, qualquer caminho parece aceitável, até os que você nunca imaginou percorrer.

Foi quando li em voz baixa.

— Babá?

Eu havia pensado em faxina, recepção, vendas. Algo prático e previsível. Nunca em ser babá. Era completamente distante do que eu sabia fazer. Eu nunca tinha cuidado de uma criança antes. Mesmo assim, cliquei e enviei o meu currículo. Três páginas de formações diversas. Sempre fui viciada em estudar. Arte, literatura, culinária. Coisas que, de certa forma, seriam convenientes para se cuidar de uma criança, eu acho.

Meu estômago roncou. Já estava há mais de um dia sem comer nada, apenas bebendo água da torneira, porque nem água mineral eu poderia comprar. Saí de casa para esfriar a cabeça e buscar respostas ou qualquer resquício de esperança.

Abriguei a dor em uma lembrança, algo que sempre foi a minha verdadeira paixão, a dança. O balé clássico foi meu primeiro amor e também o primeiro a me rejeitar. Lembro do dia em que ouvi, após um teste:

— Moça, você é gorda. Como alguém vai se emocionar com uma bailarina como você? Só faria alguém chorar de rir.

A lembrança veio como um tapa. Havia doído muito na hora, mas depois, parada diante do espelho, cheguei a uma conclusão que me quebrou ainda mais. Ele estava certo. Eu era baixinha, tinha o corpo cheio de curvas que não serviam para nada além de lutar contra a gravidade.

Peguei o celular apenas para olhar a hora, mas acabei me surpreendendo com uma notificação que brilhava na tela.

Prezada Serena Bittencourt,

Após análise do seu perfil, gostaríamos de convidá-la para uma entrevista referente à posição de babá.

A entrevista será conduzida pelo Sr. Daniel Savoia, CEO do Savoia Group.

Li e reli, sem respirar, apertando o celular até meus dedos travarem.

Voltei para casa e passei a noite inteira me preparando. Separando a melhor roupa, repassando cada detalhe na minha mente, estudando a história do grupo Savoia. Quando já estava me preparando para dormir, me deparei com algo que me chamou a atenção. A matéria que noticiava a morte de Luciana Savoia. A esposa do CEO. O carro carbonizado. O erro fatal do motorista. A tragédia estampada em todos os sites.

Levei a mão à boca, chocada. Eles estavam em busca de uma babá por causa de algo tão trágico. Aquela garotinha havia perdido a sua mãe.

— Meu Deus, e se eu não der conta?

Eu estava assustada, mas meus olhos se prenderam na foto da família Savoia. Mais especificamente, nele. A imagem que ilustrava a notícia era deles em um parque. Não consegui ignorar os braços definidos, o rosto perfeito e o olhar protetor que Daniel Savoia lançava para a filha. Um arrepio inesperado percorreu meu corpo e puxei a manta, tentando convencer a mim mesma de que era apenas frio.

Aquela noite eu não dormi.

Ao amanhecer, já estava dentro do primeiro ônibus para Brookline, horas antes da entrevista. Era minha única chance e eu não podia perder. Morar no emprego, para alguém sem teto, aquilo era mais do que uma vaga. Era sobrevivência.

Saí do ônibus e me apoiei na parede do prédio imponente por um instante, tentando aliviar a dor causada pelo maldito sapato que havia escolhido. Mas quando me afastei, ouvi o barulho da tinta fresca marcando minha roupa. A única roupa decente e apresentável que eu tinha. Faltavam apenas dez minutos para a entrevista que definiria o rumo da minha vida. Não dava tempo de voltar para casa. Nem tempo para chorar eu tinha. Respirei fundo, passei as mãos pela roupa, ergui a cabeça e segui em frente.

Entreguei meu documento ao segurança e meu corpo estremeceu ao ouvir o portão de bronze se abrir com um rangido pesado. Era como um aviso. Que a partir daquele momento, não haveria mais volta.

No primeiro passo, o salto virou e o outro pé, justamente aquele que deveria me salvar, também me traiu. Caí com a velocidade de uma fruta madura ao se desprender da árvore. A dor subiu pelo meu tornozelo e tudo ficou distante por um segundo.

Quando ergui o rosto, ainda sentada no chão, vi dois pares de sapatos parados diante de mim.

Uma mulher se inclinou, nervosa.

O homem, não.

Ele apenas me olhou.

E eu soube exatamente quem era Daniel Savoia.

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Lana Cato
Meninas... tudo bem? O capítulo de hoje teve um problema na programação dos capítulos. Acabei de pedir alteração ao meu editor. Peço perdão ... e obrigada pela companhia e por confiarem no meu trabalho. Cada comentário de vocês é um abraço. amo cada uma de vocês, e os contatos pelo Instagram.
2026-01-31 19:49:06
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Bela Gonçalves a
A hora cinza: nós não esquecemos como amar, só aprendemos a nos defender da maldade e há muita no mundo. não era a atenção de um estranho que o meu coração buscava, era a de Daniel. ainda mais quando esse estranho logo logo será dono de nosso ódio coletivo
2026-01-26 01:57:37
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Bela Gonçalves a
Pedido de desculpas do CEO: "_Venha, Serena. Esta noite você é minha convidada" olhei para cima e confirmei o que já sabia ... as mãos fortes em torno da minha cintura pertenciam ao meu patrão... SONHA, SERENA
2026-01-26 01:55:32
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Bela Gonçalves a
1ª regra da mansão Savóia: "_Posso saber como pretende me tornar uma dama, se nem sabe respeitar uma, senhor Savóia? o ódio que antes só estava em mim pareceu tomar o rosto dele.... a família Savóia escondia bem mais que um CEO quebrado e uma garotinha traumatizada
2026-01-26 01:52:22
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Bela Gonçalves a
Nosso 1° encontro: como sobreviver ao 1° encontro desastroso? além de ser carinhosa, Serena é um desastre ambulante perto de Daniel, ela que nunca se sentiu suficiente para nada, se viu apaixonar por uma menina de cachos amarelo e muito inteligente usando os saltos vermelho da mãe, que é uma kpirota
2026-01-25 03:56:15
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Bela Gonçalves a
Alguns motivos para você ler essa história: Serena não é qualquer babá, ela tem tudo para ser só mais uma igual a todas as outras, pobre, desempregada, será despejada de seu AP, mas além do caráter, ela tem amor não só pelo patrão, mas principalmente pela filha do patrão.
2026-01-25 03:34:09
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Bela Gonçalves a
eu estou amando esse livro, Daniel já está nos meus sonhos dormindo e acordada kkkk mas esse capítulo 36 foi de arrepiar ............
2026-01-17 01:14:09
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Bela Gonçalves a
estou amando cada capítulo novo
2026-01-16 06:11:07
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Charlene C.
A serena é ótima, amando esse livro ...️...️...️...️
2026-01-15 05:12:56
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Luarah Smmith
Melhor a cada capítulo. A Serena é maravilhosa.
2026-01-07 11:51:08
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Luarah Smmith
Esse livro é maravilhoso!
2026-01-07 11:50:30
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Maria Fernanda Tor
Estou louca para ver o que vai acontecer
2026-01-06 02:24:04
2
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Kaylane Silva
Estou apaixonada por serena
2026-01-06 02:22:50
2
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Bela Gonçalves a
estou amando Serena, o jeito carinhoso que ela trata a princesinha e o desejo insano que ela está criando por Daniel
2026-01-05 23:39:28
3
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Mariana Souza
Tem como se apaixonar por uma história que está ainda no comecinho? Pois eu já me apaixonei
2026-01-05 21:46:04
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106 chapters
Eu não tenho uma casa
Nosso primeiro encontro
A proposta que mudou o jogo
A primeira Regra da Mansão Savoia
O pedido de Desculpas do CEO
A hora Cinza
O Lugar Que Ele Diz Ser Meu
A Lei e a Condenada da Mansão Savoia
Domínio sem toque
Aquilo que Serena Não viu
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